Aos domingos, 15h30
Reprise aos sábados, 11 horas
Na TV Brasil

quinta-feira, 27 de junho de 2013

MEDICINA FETAL É O TEMA DO PAPO DE MÃE DESTE DOMINGO!

Diagnóstico e tratamento do bebê ainda no útero materno 

A medicina evolui muito rápido. Tanto é que, hoje em dia, já é possível operar um bebê até mesmo dentro da barriga da mãe. A Medicina Fetal é uma especialidade dentro da obstetrícia, cujo foco é a saúde do feto. 

Neste programa, Mariana Kotscho e Roberta Manreza batem um papo com mães e especialistas sobre casos em que o bebê recebeu atendimento antes mesmo de nascer ou logo após o parto. 

Presença dos especialistas: Dr. Jurandir Piassi Passos, ginecologista, obstetra e membro do Departamento de Medicina Fetal da Unifesp, e do Dr. Jorge Hubermann, pediatra e neonatologista do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein de São Paulo. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

PAPO DE MÃE SOBRE PEDAGOGIA EM CASA

Pessoal, nosso PAPO do último domingo já está disponível para vocês. Confiram!!!

Pedagogia em casa: o papel dos pais nas lições de casa

Qual é o papel dos pais nas tarefas de casa dos seus filhos? 

Por Vanda Cristina Moro Minini*  



A tarefa de casa é um complemento didático para o bom desenvolvimento das aulas. Porém, entre a tarefa de casa e a aula que o professor está desenvolvendo, não podem existir divergências.

As tarefas indicam as dificuldades e facilidades que os alunos estão apresentando e mostram ao professor o que precisa fazer para saná-las. No entanto, deve-se destacar que os professores devem valorizá-las e não apenas dar um "visto" como ocorre com certa frequência em algumas escolas.

Sugiro que pais e mães perguntem aos seus filhos se os professores estão dando a devida atenção à realização das tarefas de casa. E caso isto não esteja ocorrendo, conversem. Mas cuidado: não cobrem! Por meio da tarefa de casa, os pais podem entrar em contato com o trabalho realizado na sala de aula, sendo, por isso, um excelente meio de interação entre família e escola.

CLIQUE AQUI para continuar lendo o artigo.
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*Vanda Cristina Moro Minini é doutora em Educação e participou como especialista convidada do Papo de Mãe sobre "Pedagogia em Casa", exibido em 23.06.2013. 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

PEDAGOGIA EM CASA É O TEMA DO PAPO DE MÃE NESTE DOMINGO!

Saiba como ajudar seu filho a estudar em casa 

Seu filho tem muita lição de casa? E como ele faz pra estudar para as provas? A rotina de estudos não acaba na porta da escola. Em casa, o estudo deve continuar, mas para muitas famílias, convencer uma criança ou adolescente a fazer a lição ou a estudar parece uma missão impossível. 

Uma análise realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira mostra que 43,2% dos estudantes que apresentam os piores resultados não têm uma rotina de estudos fora da escola. Ou seja, para ser um bom aluno, o estudo em casa também é importante. 

Neste programa, Mariana Kotscho e Roberta Manreza recebem convidados para uma conversa sobre Pedadogia em casa. O programa conta com a presença da doutora em educação Vanda Cristina Moro Minini. Tem ainda uma reportagem especial de Letícia Bragaglia com a especialista em pedagogia e educação especial, Maria Irene Maluf, e um papo pelas ruas com Gabriela Costa. 

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. 

Aos domingos, 16 horas. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil.

Relato sobre Epilepsia

Gente, a nossa telespectadora Grazi Estrela tem epilepsia e mandou um relato sobre como enfrentou alguns episódios dolorosos da doença. Segue abaixo.
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Até aonde as tais convulsões me levaram... 
Por Grazi Estrela

Não é fácil para ninguém e comigo não foi diferente. Com 4 anos tive uma meningite descoberta muito tarde. Descobrimos mesmo quando comecei a convulsionar em casa, do nada, e cheguei ao hospital já em coma. Fiquei por dias assim. Quando voltei, não andava, não falava, e tinha perdido toda a coordenação. 

terça-feira, 18 de junho de 2013

HOMENAGEM À ESCRITORA TATIANA BELINKY

Pessoal, no último sábado (15.06.13), faleceu, aos 94 anos, a querida escritora infanto-juvenil Tatiana Belinky. Todos nós aqui do Papo de Mãe, assim como uma multidão de leitores, tínhamos muita admiração, tanto pelas obras, como pela própria Tatiana, que com sua doçura e simpatia, encantava a todos. 

Em um dos primeiros programas do Papo de Mãe, que foi ao ar em dezembro de 2009 e que foi dedicado aos avós, tivemos a oportunidade de conversar com Tatiana Belinky. A repórter Rosangela Santos levou as filhas para conhecer a escritora, também conhecida como "A Vovó dos Livros".

Por isso, neste momento,  gostaríamos de prestar uma homenagem a esta grande escritora, e ninguém melhor do que a própria Rosangela, que esteve pertinho dela, para transmitir nossos sentimentos por meio de algumas belas palavras. A reportagem vocês conferem logo abaixo. 

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A Vovó dos Livros

Meu primeiro encontro com ela foi há alguns anos. Muitos, aliás. Ainda nem tinha as meninas (que hoje já estão com 11 e 9 anos). Mas, mesmo não sendo mãe ainda, fiquei encantada com o carisma, o talento, a inteligência e a sabedoria desta embaixadora das letras. Nunca vou esquecer. Ela me disse: “Criança tem que ter contato com o mundo dos livros desde a barriga da mãe. Eu dou livro de presente para as mulheres grávidas”. Anos depois, tive o privilégio de encontrá-la novamente. Foi em outubro de 2009. Era o Dia da criança. Dei de presente para minhas filhas a inesquecível visita que fizemos à casa da Vovó Tati. 

Então, com 90 anos. Mais de 150 livros escritos. 2 filhos. 5 netos. 5 bisnetos. A essa família ela juntou centenas, milhares de crianças, que conquistou durante a vida. Continuava escrevendo. Nada de computador, nem máquina de escrever. Caneta e papel davam vida a um mundo mágico, desconhecido, engraçado, cheio de surpresas, que a vovó Tati dividia com seus pequenos grandes leitores. “Eu sou a Vovó dos Livros”, ela dizia. E completava: "Tenho uma porção de crianças dentro de mim." 

Ela é uma dessas pessoas que jamais irá embora. Ficará para sempre na vasta obra que deixou, mas principalmente no coração de adultos e crianças onde estará sempre viva. Mas claro... O riso fácil, a simpatia, aquele olhar generoso e experiente, que é quase um privilégio das avós, vão fazer muita falta. 

Vou terminar copiando a dedicatória que ela escreveu em um dos livros que autografou para minhas filhas: “Para a linda Bia - Beatriz - beijo estalado da Vovó Tati (aquela Tatiana Belinky)." 

Beijo grande e bem estalado para você também, querida vovó! 
Rosangela 


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Conheça a ABE – Associação Brasileira de Epilepsia


As epilepsias constituem o distúrbio neurológico crônico mais comum. Estima-se que existam atualmente cerca de 8.000.000 de pessoas com epilepsia na America Latina, sendo que cerca de 3.500.000 delas não recebem tratamento médico adequado. 

As repercussões sociais e psicológicas das epilepsias são enormes, assim como os problemas enfrentados pelos pacientes e seus familiares. A estigmatização, discriminação e preconceitos enfrentados por eles dificulta a inserção na sociedade, principalmente no que se refere a obtenção e manutenção de empregos e relacionamento interpessoal, o que leva a dificuldades econômicas para a obtenção dos medicamentos antipilépticos. 

Sabe-se que, com o tratamento médico adequado, a maioria dos pacientes (75%) tem evolução favorável, com controle das crises epilépticas e melhora da qualidade de vida. 

A ABE é uma sociedade sem fins lucrativos, que se estabeleceu como organização interessada em divulgar conhecimentos relativos às epilepsias e disposta a promover a melhora da qualidade de vida das pessoas com epilepsia. A ABE faz parte do International Bureau for Epilepsy e é composta por pacientes, seus familiares, médicos, neurocientistas e outros profissionais da área de saúde. 

 Saiba mais acessando www.epilepsiabrasil.org.br.

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Em tempo: Conheça também o grupo Viva com Epilepsia, cujo idealizador é Eduardo Caminada Jr, que também esteve presente no Papo de Mãe sobre o tema: www.vivacomepilepsia.org

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A história das apresentadoras que descobriram como conciliar jornalismo e maternidade

Luiz Gustavo Pacete - Portal Imprensa

Amigas de infância, as jornalistas Mariana Kotscho e Roberta Manreza foram muito além de compartilhar projetos e conquistas. Elas criaram, há quatro anos, um programa de televisão aliando experiência pessoal e profissional. O “Papo de Mãe”, exibido pela TV Brasil, surgiu porque as duas viveram, simultaneamente, a experiência de conciliar maternidade e trabalho. 


No caso de Mariana, sua decisão em deixar a TV Globo para se dedicar aos filhos veio da dificuldade de conciliar a rotina da redação com a maternidade. Ela não generaliza, frisa que essa foi uma experiência muito pessoal. “Eu tive meus três filhos na época em que era repórter e muitas outras jornalistas também ficaram grávidas naquele tempo, a redação era tomada por papos de mães, isso me inspirou a criar o programa”. 

Quando seu filho caçula completou sete meses, Mariana deixou a vida de repórter para se dedicar à maternidade. “Apesar de não ser possível conciliar, eu também não queria largar o jornalismo. Foi aí que surgiu a ideia do programa. Mesmo quando eu era repórter, já havia entrevistado várias mães e mulheres”. Independente de classe social, Mariana destaca que todas as mães possuem os mesmos interesses. “Quando se fala de filho você se iguala a qualquer pessoa”. 

Já Roberta conta que quando sua filha nasceu, ela também estava na TV Globo e chegava à redação três da manhã para fazer o "Globo Rural". “Antes de ser mãe eu nem via tanto problemas, mas conforme seus filhos crescem fica complicado não ter feriado, natais e finais de semana”. Apesar de admitir que hoje não trabalha menos, ela consegue conciliar seus horários. 


Quando Mariana apresentou a ideia para Roberta, ela topou e o projeto foi tomando corpo. Ofereceram para a TV Brasil e a GNT. Acabaram fechando com a emissora pública. Apesar do nome, o programa não é um simples papo ou a discussão de futilidades, pelo contrário. Segundo Mariana, o principal objetivo é a prestação de serviços. “Eu sempre acreditei no jornalismo como uma função social e o fato de estarmos em uma televisão pública aumenta ainda mais nossa responsabilidade de prestar serviço”. Mariana ressalta que o programa serve como uma troca de experiência sempre acompanhada por especialistas e da divulgação de serviços. 

Anseios geracionais 

Em quatro anos, foi possível detectar anseios e necessidades dessa geração de mães. Mariana explica que uma preocupação muito comum às mães atuais é saber lidar com a internet e as redes sociais. “Como o programa não fala somente de bebês, mas também de adolescentes, é um desafio para elas que, quando foram crianças, não tinham a internet”. 

Outro tema bem atual é a relação da família com a escola e a inclusão social. Outros temas como o avanço da medicina e a convivência com limitações, no caso de filhos deficientes são temas frequentemente discutidos sem ir ao extremo do sensacionalismo e sem precisar chocar para ganhar audiência. 

A mãe e o trabalho 

Partindo da experiência das apresentadoras, o “Papo de Mãe” também trata com frequência da relação entre a mulher e o trabalho. Mariana conta que não são todas as mulheres que podem deixar a carreira para se dedicar à família. No ambiente do jornalismo, Mariana reconhece que ainda não existe uma estrutura que possa atender às necessidades da mulher. “Eu trabalhei em várias emissoras e nunca vi nenhuma creche, me parece que falta às empresas preparo e estrutura que ajude a mulher”, ressalta Mariana. 


Diálogo digital 

Um ponto forte do programa é o diálogo. A informalidade e a presença nas redes sociais fazem com que as mães tirem dúvidas e troquem experiências. “Esse diálogo enriquece muito e fazemos questão de responder a todas as dúvidas e mensagens que as mães nos enviam”. Não são somente as mães que assistem e interagem com o programa, pais, tias, avós, toda a família acaba tendo acesso ao formato. “É um verdadeiro reality show, as mães levam os filhos ao programa e é isso. Às vezes, trocam fraldas, a ideia é ter esse ambiente de papo de mãe”. 


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Segundo Casamento: Entrevista com Cláudia Matarazzo

No programa deste último domingo, vocês puderam ver a reportagem de Letícia Bragaglia com a jornalista e especialista em comportamento Cláudia Matarazzo. Agora, você confere na íntegra esta entrevista exclusiva para o Papo de Mãe: 

Letícia Bragaglia  entrevista Cláudia Matarazzo para o Papo de Mãe


Letícia - Cláudia, como fica o convite do segundo casamento? 

Cláudia – Eu acho que o convite do segundo casamento, como o primeiro, ele deve ser impresso. Não é porque é segundo casamento que é menos importante. Então, você tem que ter um símbolo concreto dessa cerimônia, deste ritual, até como lembrança, e para as pessoas entenderem que isso é importante. Não é um e-mail, não é um convite por facebook. Quer dizer, quando você recebe, concretamente, você percebe que dá o tom da festa. Não necessariamente os pais dos noivos precisam convidar no segundo casamento porque, às vezes, os noivos já são independentes, são eles que estão dando a festa, são mais velhos. Mas eu acho que é caso a caso. Se são noivos muito jovens e que os pais fazem questão de convidar, até para que os convidados saibam quem são os pais, porque sempre tem os convidados dos pais. Então para que se localize quem é filho de quem que está casando... Mas eu acho que isso não é uma coisa muito rigorosa. 

Letícia - Os noivos que já se casaram anteriormente, muitas vezes, já tem casa montada. Isso muda alguma coisa na hora de fazer a lista de presentes? 

Cláudia – Eu acho que a questão da lista de presentes num segundo casamento, ela já não se aplica. Supõe-se que eles já tenham casa montada, ou que eles já tenham casado uma vez e já tenham ganho presentes. Mas ainda que não tenham casa montada, que tenham voltado a morar com pai e mãe, esse momento já passou. Não quer dizer que não possam ganhar presentes. Mas aí são presentes aleatórios, são presentes que os padrinhos vão dar, os amigos mais íntimos, não se faz necessária uma lista toda de novo. Aí eu acho que é um pouco demais. 

Letícia - E essa moda de pedir cotas da lua de mel, o que você acha disso? 

Cláudia - Olha, essa coisa de pedir dinheiro de casamento, ou pedir o pagamento de cotas, seja no primeiro ou no segundo casamento, eu ainda acho que uma indelicadeza ímpar porque, na verdade, o presente de casamento, ele é um símbolo. Ele é pra ficar na sua casa, ele é pra te lembrar daquela pessoa, e a pessoa que compra, ela compra com carinho querendo que você lembre daquilo. Então você não vai dar uma cota, você não vai dar dinheiro. Isso é uma distorção dos tempos modernos, virou muito prático, parece que só porque é moderno e prático é bacana, mas não é bacana. 

Letícia - E como deve ser o vestido de noiva? Vale usar aquele vestido branco tradicional? 

Cláudia - Eu acho que a questão do vestido da noiva tem variantes. Se é o primeiro casamento dela e é o segundo dele, ela merece usar o vestido de noiva se ela sempre sonhou com isso. Se ela já é mais velha e ainda assim é um primeiro casamento, não necessariamente precisa ser aquele branco alvíssimo, virginal, mas pode ser um vestido de noiva, por que não? Aí tem também a questão da idade que você pode pôr um véu maior, mais curto, isso depende do horário também. Agora, se é um segundo casamento dela, aí eu acho que é muito mais livre. Ela pode usar ou não usar. Se ela de repente falar “usei um vestido de noiva no meu primeiro e agora o meu gosto mudou, quero usar outro modelo”, seja feliz! Use esse outro modelo. Mas eu acho que ele tem que estar de acordo com o horário e com o momento que ela está vivendo. 

Letícia - Pode pra usar o buquê? 

Cláudia – Eu acho que o buquê não precisa ser enorme, em cascata. Aliás, esses eu desaconselho para todas as noivas porque são incômodos de carregar. Ela já entra com o compromisso de segurar aquilo, e aquilo pesa. Eu acho que você pode levar uma flor singela, um arranjo pequenininho. Eu acho que essas coisas a pessoa tem que ver se se adequam ao tipo de festa também. Porque, às vezes, é um segundo casamento um pouco mais formal, ou mais informal. Tem isso, também. 

Letícia - Muitas religiões não aceitam o segundo casamento. Como é que deve ser a cerimônia para não ficar só aquela coisa mais fria, de assinar o papel do casamento civil? 

Cláudia – O casamento só no civil é curto mesmo e é o que acontece nos segundos casamentos, onde a religião não aceita a cerimônia. Então, eu acho que aí você pode chamar um amigo ou uma amiga muito próxima, tanto do noivo quanto da noiva, para falar algumas palavras. Mas tem que ser uma coisa sóbria. É uma fala sóbria, não muito longa. Não é uma brincadeira dos amigos fazendo piada com os noivos. É diferente. Esse é um outro momento. É uma fala mesmo que abranja esse universo dessas duas pessoas que estão ficando juntas e que diga alguma coisa, identifique esses noivos perante os outros convidados para que eles se unam mesmo perante os presentes. 

Letícia - Com quem a noiva deve entrar? Com o pai, com os filhos? 

Cláudia – Eu acho que dependendo da noiva, se tem filhos ou não tem filhos, e se esses filhos estão em idade de entrar junto. Pode-se pensar numa noiva entrando junto com os filhos ou, por que não, entrando novamente com o pai, ou sozinha mesmo. Eu acho tão bonito a noiva entrar sozinha. É um momento que ela já é muito mais independente, já saiu da casa do pai, já escolheu sozinha essa segunda opção, acho que não tem por que não entrar sozinha. 

Letícia - A gente sabe que depois da cerimônia é que o casamento começa de verdade. Que dica você daria pra quem se casa pela segunda vez e quer evitar saias justas ao lidar com essa nova configuração familiar? 

Cláudia – Eu acho que a principal dica é naturalidade e transparência. Quer dizer, é uma convivência que, naturalmente, não vai ser difícil. Mas ela também não é simplesinha. Existe toda uma relação de intimidade anterior a essa chegada, tanto da noiva quanto do noivo, então existe uma intimidade anterior, existe uma separação e uma ruptura que já aconteceu e deixou algum tipo de sequela (ou não). Então, as pessoas precisam entender que não é uma relação simples, que flui tão bem. Ela vai passar a fluir à medida que ela funcionar bem. Então, eu acho que tem que ter muita transparência, muita naturalidade, mas também uma distância saudável. Não é “agora somos todos uma mesma família que vamos ficar inseparáveis”. Não é em assim. Tem que ter o seu espaço, o seu momento. 
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PS: O Papo de Mãe sobre “Segundo Casamento” reprisa no próximo sábado, 11 horas, na TV Brasil. Mas no próximo post você poderá conferi-lo também aqui no blog. Fique ligado!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

SEGUNDO CASAMENTO É O TEMA DO NOSSO PRÓXIMO PAPO DE MÃE!

Como é a vida de casais que já estão no segundo casamento

Quando o primeiro casamento não dá certo e a separação é inevitável, como é recomeçar tudo de novo e ainda mais com filhos pequenos? Neste programa (09.02.13), Mariana Kotscho e Roberta Manreza recebem convidados para uma conversa sobre o SEGUNDO CASAMENTO

Segundo dados do Censo de 2010, em 10 anos, a taxa de divórcios no Brasil quase dobrou: de 1, 7% foi para 3,1%. Consequentemente, a proporção de casamentos em que ao menos um cônjuge estava no segundo casamento também aumentou. Em 2000, esta proporção era de 11,7%. Em 2010, chegou a 18,3%. 

O programa conta com a presença de especialistas, entre eles o Dr. Paulo Gaudêncio, psiquiatra e psicoterapeuta; Dr. Nélson Sussumu Shikicima, advogado e presidente da Comissão de Direito de Família da OAB/SP; e o jornalista Airton Gontow, criador do site de relacionamentos ¨Coroa Metade¨, destinado a pessoas mais velhas. Tem ainda uma entrevista de Letícia Bragaglia com a jornalista e especialista em comportamento Cláudia Matarazzo, e um papo pelas ruas de São Paulo com Gabriela Costa. 

No domingo, após o programa, converse conosco aqui no blog pelo nosso chat. Assine nosso Feed para receber nossas atualizações, curta nossa fanpage no Facebook e siga nosso Twitter (@papodemae)

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. 

Domingos, 16 horas. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil.














terça-feira, 4 de junho de 2013

Confira o Papo de Mãe sobre "Briga entre Irmãos"

MENSAGENS PARA AS GRAVAÇÕES!

Se você curte o Papo de Mãe deixe uma mensagem para lermos durante o programa! Diga por que você assiste e gosta do programa! Só não esqueça de dizer seu nome e sua cidade! Pode colocar o nome dos filhos tb! Escreva abaixo nos comentários ou envie para nosso e-mail: [email protected] Obrigada! Valeu!!!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

DICA DE LEITURA

No programa de ontem você conferiu o papo sobre "Briga entre Irmãos". E a nossa dica de leitura de hoje é justamente o livro da especialista Nise Britto, psicóloga que participou do programa.