Aos domingos, 15h30
Reprise aos sábados, 11 horas
Na TV Brasil

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO A TODOS!!!

A Equipe Papo de Mãe agradece por todo carinho e audiência recebidos ao longo do ano e  deseja a todos um FELIZ 2013!!!
Continuem acompanhando o Programa e ajudando a divulgá-lo.  Em breve retornaremos com grandes novidades!!! Grande beijo!!!


PAPO DE MÃE SOBRE FÉRIAS - CONFIRA!!!

Oiee!!! O Programa Papo de Mãe sobre FÉRIAS já está disponível aqui no blog. Confira!!! Vale lembrar que no sábado, 11h da manhã, tem reprise na TV Brasil!!! 

domingo, 30 de dezembro de 2012

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

FÉRIAS É O TEMA DO PAPO DE MÃE DESTE DOMINGO!!!

Como garantir momentos de diversão à garotada sem abrir mão da segurança

Neste Programa, Mariana Kotscho e Roberta Manreza conversam com convidados sobre o que fazer nas férias escolares e como garantir a segurança dos pequenos nos passeios e brincadeiras.

Presença do intérprete e compositor Jair de Oliveira, da pediatra Camila Reibscheid e da presidente da ONG Férias Vivas, Sílvia Basile. Tem ainda reportagem especial de Rosangela Santos e de Pedrinho Tonelada.

Ajude a divulgar o Papo de Mãe! Curta nossa página no Facebook: www.facebook.com/facepapodemae. Assine nosso FEED em www.papodemae.com.br para receber nossas atualizações e saber como participar do programa. Siga nosso twitter: @papodemae.  E para entrar em contato com a nossa equipe escreva para papodemae@papodemae.com.br.

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. Neste domingo, 30/12/12, 16 horas. Reprise no sábado, 05/01/13, 11h da manhã. Na TV Brasil.







quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

MENSAGEM DE BOAS FESTAS!!!

Queridos(as) amigos(as)!!!
O Papo de Mãe deseja a todos um FELIZ NATAL e um ANO NOVO repleto de alegrias e realizações!!!

 


domingo, 23 de dezembro de 2012

ATENÇÃO PARA ESTE COMUNICADO!!!

Em razão das festas de final de ano, NÃO HAVERÁ CHAT após o programa nos dias 23 e 30/12/12. Agradecemos pela compreensão!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

PAPO DE FILHO NESTE DOMINGO!!!

Neste programa, Mariana Kotscho e Roberta Manreza conversam com filhos sobre a família, a escola, a rotina, o meio ambiente e sobre o que pensam do mundo em que vivem.
 
Presença das especialistas Natércia Tiba, psicóloga de crianças e jovens, e de Gabrielle Brandão, atriz e escritora que há 10 anos luta por questões ambientais. O programa conta ainda com a presença do escritor Renato Schmekel,  autor de “Livro ao meu filho”, obra que mistura conselhos de pai para filho. 
 
Ajude a divulgar o Papo de Mãe! Curta nossa página no Facebook: www.facebook.com/facepapodemae. Assine nosso FEED em www.papodemae.com.br para receber nossas atualizações e saber como participar do programa. Siga nosso twitter: @papodemae.  E para entrar em contato com a nossa equipe escreva para papodemae@papodemae.com.br.
 
Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. Neste domingo, 23/12/12, 16 horas. Reprise no sábado, 29/12/12, 11h da manhã. Na TV Brasil
 
ATENÇÃO!!! Em razão dos feriados de NATAL e ANO NOVO, excepcionalmente, NÃO HAVERÁ CHAT após o programa nos dias 23 e 30/12/12.
 






 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

PROGRAMA SOBRE ADOÇÃO - CONFIRA!


Oi, pessoal!
O Papo de Mãe sobre Adoção, exibido no último domingo, já está disponível aqui no blog. Vale lembrar que este programa tem reprise no sábado, 22/12, 11 horas da manhã, na TV Brasil.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

FILHOS: SE NÃO TÊ-LOS, COMO SABÊ-LOS?

      Por Maria Cristina Costa Couto*
 
 
                       Ter um filho é uma responsabilidade muito grande e um passo muito sério, e isto não é diferente em se tratando de adoção. Quando uma pessoa pensa em ter um filho, seja ele biológico ou adotivo, é importante que faça uma reflexão sobre suas próprias motivações, riscos, expectativas, medos, dentre outros.

                        Decidir ter um filho significa, de maneira bem resumida, tomar consciência dos limites e possibilidades de si mesmo, dos outros e do mundo.
                        Em se tratando de adoção, é importante que se faça uma reflexão dos reais motivos que levam uma pessoa a procurar a adoção de uma criança.
                        A grande maioria dos pretendentes procura na adoção a busca por um filho que não foi possível pelas vias biológicas. Geralmente, trata-se de casais que passaram por diversas consultas médicas, exames, intervenções e procedimentos cirúrgicos, sendo que alguns pelo tratamento para fertilidade. Tratamentos estes desgastantes do ponto de vista financeiro, físico e emocional.
                        A cada insucesso numa tentativa de gravidez vem à tona sentimentos de angústia, ansiedade, tristeza e sofrimento. O tratamento pode durar meses ou anos, mas a partir destas impossibilidades, vislumbra-se a possibilidade de serem pais, via adoção.
                        Porém, antes, esta “frustração” de não conseguir gerar o filho e que resulta num sentimento de luto, deve ser vivenciada, elaborada e superada emocionalmente.
                        O filho não pode existir pelas vias biológicas e é difícil lidar com esta impossibilidade e vivenciá-la. A pessoa fica idealizando e desejando um bebê com semelhanças físicas às suas como forma de suprir esta “falta”, este seu desejo pelo filho biológico. Quando se consegue lidar com esta impossibilidade, a pessoa não fica presa a um filho que foi idealizado.
                        Então há uma superação desta situação e há um forte desejo em ser pai e mãe. A pessoa adquire a capacidade de transpor este amor a uma criança, possibilitando assim a formação de vínculos afetivos com ela.
                        Até mesmo os pais biológicos necessitam adquirir esta capacidade que não é inata no ser humano. Uma mulher quando engravida, necessita interiorizar o que vem ocorrendo com ela, e precisa “adotar” o bebê quando ele nasce. Muitas mulheres não conseguem, haja vista que entregam seus filhos em adoção. Muitos homens não conseguem ser pais, haja vista o grande número crianças sem registro e vivendo sem conhecer o pai.
                        Quando a pessoa adquire esta capacidade de transmitir seu amor de mãe ou de pai a uma criança que não foi gerada por ela, ela vivencia uma relação filial genuína, verdadeira e real. Cria-se a possibilidade de lidar com a criança real advinda pela adoção. E também a possibilidade de aceitar uma criança que passou por alguma experiência de abandono, rejeição e negligência.
                        A capacidade de amar uma criança como ela realmente é, e vê-la no lugar de filho, na minha opinião, é a base do sucesso para uma adoção.
                        Na minha prática profissional, atuando como psicóloga na maior Vara da Infância e Juventude da América Latina, observo que a maioria das crianças, apesar das vivências traumáticas e do tempo de permanência em instituições de acolhimento, consegue manter uma saúde mental, uma capacidade imensa de adaptação e uma inteligência emocional. A partir do momento que recebem amor e limites, desenvolvem fortes laços afetivos que é o sustentáculo de uma família.
                        Por isto, reforço que a motivação dos pretendentes para a adoção de uma criança tem que ser consistente. A adoção não deve partir de uma vontade dos pretendentes em realizar um ato de caridade, nem servir de companhia em virtude dos filhos que cresceram e da casa que ficou “vazia”, e tampouco para “tirar uma criança abandonada das ruas”.
                        A adoção deve ser um ato consciente!
                        A adoção de uma criança é um processo que requer preparo e reflexão pessoal!
                        Em caso de desejar realmente adotar uma criança, o primeiro passo é dirigir-se a Vara da Infância e Juventude da região de moradia para que possa pleitear seu cadastro de adoção.
                        Qualquer cidadão com idade superior a 18 anos, independentemente do seu estado civil, poderá entrar com a solicitação para seu cadastro de adoção, sendo que alguns documentos são exigidos por lei, a saber: cópia da certidão de nascimento ou casamento, ou declaração relativa ao período de união estável; cópias da cédula de identidade e inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas; comprovante de renda e domicílio; atestados de sanidade física e mental; certidão de antecedentes criminais e certidão negativa de distribuição cível.
                        Além destes documentos, torna-se necessário a participação no Curso Preparatório de Adoção, ministrado pelos profissionais que atuam na Vara da Infância e Juventude. A equipe interprofissional a serviço da Justiça da Infância e Juventude deverá realizar uma avaliação social e psicológica dos pretendentes, apresentando um estudo que conterá subsídios que permitam aferir a capacidade e o preparo dos postulantes para o exercício de uma paternidade ou maternidade responsável.
                        A partir do momento em que o juiz aprova o cadastro do pretendente, este se torna habilitado e passa a integrar o Cadastro Nacional de Adoção, o que significa que, além de ser um pretendente habilitado naquela Vara da Infância na qual se cadastrou, também faz parte de um cadastro mais amplo envolvendo todos os estados dentro do país.
                        A prioridade do trabalho na Vara da Infância e Juventude é ter um olhar voltado aos reais interesses da criança e do adolescente. O Cadastro de Adoção não significa uma busca de filhos para os pretendentes que desejam adotar, mas sim uma busca de pais para estas crianças que se encontram com uma situação jurídica definida para ser adotada.
                        Mais informações podem ser obtidas pelo site da Associação dos Magistrados Brasileiros, na campanha Mude um Destino, segue link - http: www.amb.com.br/mudeumdestino.
                        Caso deseje participar de reuniões de grupo de apoio à adoção, seguem algumas sugestões - Projeto Acolher, www.projetoacolher.blogspot.com, GAASP, www.gaasp.org.br, GAIA, pelo blog: gaia-grupodeapoio.blogspot.com.
 
*Maria Cristina Costa Couto é Psicóloga Judiciária da Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro / São Paulo. Participou como especialista convidada do Papo de Mãe sobre Adoção, exibido em 16/12/12.
 
 


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

ADOÇÃO É O TEMA DO NOSSO PAPO DE MÃE DESTE DOMINGO!

As mudanças no processo de adoção nos últimos anos e a história de famílias com filhos adotivos

Segundo o Cadastro Nacional de Adoção, quase 40 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos em todo o país, mas apenas pouco mais de 5 mil estão aptos a serem adotados.

Mas afinal, por que tantas pessoas passam anos na fila de espera querendo adotar se existem tantas crianças para serem adotadas? Por que esta conta não fecha? O que atrapalha o processo? Como adotar uma criança no Brasil?

Para conversar sobre este assunto, Mariana Kotscho e Roberta Manreza recebem famílias e especialistas, entre eles a Dra. Maria Cristina Costa Couto, psicóloga judiciária da Vara da Infância e Juventude; o Dr. Antonio Carlos Berlini, Presidente da Comissão Especial de Direito à Adoção da OAB/SP;  e  Maria Beatriz Amado Sette, Coordenadora do Projeto Acolher.

Tem ainda reportagens de Rosangela Santos, Pedrinho Tonelada e a participação dos internautas com Clarissa Meyer.

PARTICIPE DO NOSSO CHAT APÓS O PROGRAMA!!!  Aqui mesmo no blog, até às 18 horas. Curta a nossa página no Facebook acessando www.facebook.com/facepapodemae e siga o nosso Twitter: @papodemae.

Durante a semana, acesse www.papodemae.com.br, para conferir as postagens sobre o tema. Assine nosso FEED para receber nossas atualizações e saber como participar do programa. Siga nosso twitter: @papodemae.  E para entrar em contato com a nossa equipe escreva para papodemae@papodemae.com.br.

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. Neste domingo, 16/12/12, 16 horas, na TV Brasil. Reprise no sábado, 22/12, 11h da manhã.









quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Tatuagens: Saúde alerta sobre cuidados para fazer tatuagem com segurança

A tatuagem se tornou muito comum entre indivíduos de todas as idades, especialmente jovens e adolescentes. Com o aumento dessa demanda, cresce também o surgimento de locais e profissionais que oferecem este serviço, mas nem sempre de forma adequada e com os cuidados necessários.

A médica infectologista e diretora do ambulatório de hepatites virais do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, da Secretaria de Estado da Saúde, Mariliza Henrique da Silva, explica que, ao se fazer uma tatuagem, os instrumentos utilizados entram em contato com sangue e outros fluidos corporais e podem aumentar o risco de contaminação, caso sejam utilizados sem esterilização em mais de uma pessoa.

"As agulhas e as tintas utilizadas na tatuagem, se não forem mantidas em embalagens esterilizadas, poderão levar a transmissão de vírus como HIV e das hepatites B e C, além de infecção por fungos e bactérias. Há, também, risco de reações alérgicas aos produtos utilizados", alerta a médica. Por isso, recomenda, é fundamental o cliente presenciar a abertura de agulhas e lâminas descartáveis e conferir o descarte dos itens em recipientes próprios para esse fim.

Além dos cuidados com a assepsia dos instrumentos, outra preocupação dos especialistas é com a composição das tintas. Os ingredientes químicos da coloração podem incluir tinta de paredes, de impressoras ou carbono industrial. Toxinas presentes nessas substâncias podem entrar nos rins, pulmões e nódulos linfáticos por meio do sistema circulatório. As tintas ideais para as tatuagens são as biorgânicas (naturais) e que estejam em recipientes estéreis.

"As pessoas devem confirmar com o profissional se as tintas utilizadas são atóxicas e destinadas especificamente para o uso de tatuagens, e verificar se os resíduos desses produtos serão descartados após a conclusão do trabalho", alerta Mariliza. Os cuidados valem também para as tintas de henna que, segundo a infectologista, também pode causar alergias, mas têm a vantagem de não serem definitivas e de não haver necessidade de agulhas em sua aplicação.

As tatuagens podem infeccionar, sobretudo se não receberem o devido cuidado posterior. A infectologista esclarece que, além de algumas pessoas sentirem reações alérgicas às tintas usadas para tatuar, outras sentem dor ou ardor durante exames de ressonância magnética em consequência dos pigmentos metálicos.

Locais adequados

Outro importante aspecto que deve ser observado ao se decidir sobre uma tatuagem é o local onde será realizada. O cliente deve conferir se o estúdio ou clínica tem autorização de funcionamento expedida pela Vigilância Sanitária local e se o documento está afixado no estabelecimento.

Também é importante verificar se o ambiente onde o tatuador atua. É fundamental, ainda, conhecer o profissional ou checar com outros clientes como é feita a limpeza e a esterilização dos instrumentos utilizados durante o processo de tatuagem e colocação de piercings.

Mais dicas:
Antes de fazer a tatuagem nunca se esqueça de:

Certificar de que você está com a validade da vacina antitetânica em dia;
Verificar se a pele do local escolhido para realizar a tatuagem, está sadia - sem doenças, queimaduras ou alergias;
Após a aplicação da tatuagem, observar se há reações na pele, febre ou outros sintomas. Se isso acontecer, é recomendada a consulta a um médico para avaliação e orientação de como tratar o caso.
 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

COISAS QUE ASSUSTAM OS PAIS - PROGRAMA DISPONÍVEL!

Queridos(as)!
O Papo de Mãe deste último domingo já está disponível para vocês aqui em nosso blog. Confiram e ajudem a divulgar! Vale lembrar que no sábado, 11h da manhã, tem reprise na TV Brasil - mais uma oportunidade de assistir, hein?!
 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Coisas que assustam os pais é o tema do Papo de Mãe deste domingo!

No Papo de Mãe deste domingo vamos conversar sobre COISAS QUE ASSUSTAM OS PAIS: tatuagem, piercing, cabelos coloridos, roupa rasgada e muito mais!
E para nos orientar neste papo, Mariana Kotscho e Roberta Manreza recebem a defensora pública Dra. Leila Rocha e a psicóloga Maria Cláudia Lordello. Tem ainda reportagem de Rosangela Santos e Pedrinho Tonelada.
 
PARTICIPE DO NOSSO CHAT APÓS O PROGRAMA!!! Aqui mesmo no blog, até às 18 horas. Curta a nossa página no Facebook acessando www.facebook.com/facepapodemae e siga o nosso Twitter: @papodemae.
 
Durante a semana, acesse www.papodemae.com.br  para conferir as postagens do blog. Assine o nosso FEED para receber as nossas atualizações e saber como participar do programa. E para entrar em contato com a nossa equipe escreva para papodemae@papodemae.com.br.
 
Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. Neste domingo, 09/12/12, às 16 horas, na TV Brasil. Reprises aos sábados, 11h da manhã. 
 







quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

ENURESE NOTURNA: DÚVIDAS FREQUENTES


01- O que é enurese noturna?
É definida tecnicamente como uma micção involuntária completa, ou quase completa, durante o sono, em criança com sistema urinário íntegro, na idade em que o controle esfincteriano está habitualmente presente. Ou seja: é a continuação do hábito involuntário de fazer xixi na cama após a idade em que as crianças já devem controlar a urina.

02- A enurese noturna é hereditária?
Sim, isso é verdadeiro. Dois terços dos pais enuréticos poderão ter filhos com sintomas da enurese.

03- O que é enurese noturna primária?
É quando a criança passa dos 5 anos de idade, sem nunca ter apresentado um período prolongado de controle da urina.

04- O que é enurese noturna secundária?
É o tipo de enurese noturna caracterizado pelo seguinte quadro: a criança já apresentou um período de, pelo menos, seis meses de controle esfincteriano, ou seja, parou de fazer xixi na cama por um bom tempo mas, de repente, voltou a perder urina durante o sono, aparentemente sem explicação.

05- Qual a explicação para a ocorrência de enurese noturna secundária?
Eventos traumatizantes ou momentos de estresse impactantes podem explicar a perda urinária noturna durante o sono em crianas e em adultos.

06- A enurese noturna pode desaparecer sem tratamento específico?
Há casos em que a enurese noturna desaparece sem qualquer tratamento. A questão é que não conseguimos saber os casos que vão se superar espontaneamente, nem quanto tempo pode passar até que isso aconteça. Além disso, não há possibilidade de se saber em que escala o estado emocional da criança poderá ficar comprometido por conta da enurese.

07- Quando devo suspender o uso da fralda do meu filho?
Geralmente, a criança deve abandonar o uso da fralda entre 2 e 3 anos de idade. Inicialmente, tira-se a fralda durante o dia. Quando a criança começa a acordar seca com alguma frequência, recomendamos tentar tirar a fralda também à noite. Lembre-se de que devemos respeitar as individualidades, pois cada criança tem seu ritmo de desenvolvimento.

08- A enurese noturna pode interferir no desempenho escolar da criança?
Muitas vezes as crianças enuréticas apresentam a auto-estima baixa, o que interfere no comportamento emocional, ou seja, elas podem se tornar tímidas, retraídas, envergonhadas e até deixar de acreditar nas próprias capacidades. O comprometimento emocional exerce influência sim sobre a atenção, a concentração e, consequentemente, no rendimento escolar.

09- Até qual idade devemos aguardar para saber se é necessário tratamento para enurese?
A partir dos 5 anos, se a criança ainda urina na cama, deve-se procurar tratamento especializado, pois é uma idade em que a criança começa a ficar incomodada com a enurese, podendo sofrer emocionalmente.

10- Depois dos 5 anos de idade, fazer xixi na cama é sinal de doença?
Doença não, mas desenvolvimento defasado. Consideramos que a continuidade do hábito involuntário de fazer xixi na cama após os 5 anos é decorrência de uma defasagem do desenvolvimento do cérebro na identificação da bexiga cheia, durante o sono. Além disso, nessas crianças, o hormônio vassopressina, que regula a formação da urina, é secretado em volume menor do que o ideal para o controle da enurese.

11- São necessários exames laboratoriais para o diagnóstico da enurese noturna primária?
Os exames, no caso da enurese noturna primária, são dispensáveis, pois o diagnóstico é feito pela história clínica do paciente e pelo exame clínico. Existindo suspeita de comprometimento neurológico ou urológico, recorremos aos exames laboratoriais, radiológicos, ultrassonográficos entre outros.

12- Existe um tratamento que sane a enurese noturna para sempre?
Várias terapias podem ser usadas, mas não um tratamento único, capaz de resolver todos os casos. Cada criança se adapta melhor a uma das opções disponíveis. Com orientação adequada, os resultados começam a aparecer em poucas semanas. A criança que fazia xixi na cama diariamente, passa a reduzir o número de noites molhadas progressivamente. As reavaliações periódicas são necessárias para a correção das doses dos medicamentos prescritos.

13- Quais os tratamentos utilizados?
Os mais difundidos atualmente são: mudança de hábitos: beber menos líquidos no período noturno; esvaziar a bexiga antes de se deitar; abolir o uso de faldas para desacostumar a criança ao conforto de urinar na cama; não despertar a criança durante a madrugada para urinar, a fim de que aprenda a acordar sozinha quando precisar urinar; adoção de comportamentos motivadores: comemorar cada noite sem xixi na cama. Medicamentos prescritos pelo médico aumentam a ação antidiurética da vasopressina, evitando a perda de urina durante a noite. Condicionamento por alarme: ao detectar as primeiras gotas de urina na roupa da criança, o alarme toca e ela acorda, podendo terminar sua micção no banheiro.


COMPORTAMENTO INADEQUADO DOS PAIS PODE AGRAVAR A ENURESE
A conduta inapropriada dos pais diante da enurese pode piorar a doença e ter reflexos na recuperação da criança. Segundo psicólogos, na infância os adultos são modelos de comportamento e sua influência acontece, na maioria das vezes, de forma inconsciente.

A USP (Universidade de São Paulo) alerta que quando os pais participam do processo de recuperação do enurético através do diálogo, oferecendo apoio, carinho e orientando-o a lidar com situações de stress, baixa auto-estima, infelicidade e o bullying na escola, os prejuízos à criança serão menores.

Quando a família negligencia a doença, o impacto das punições desnecessárias e das ridicularizações em casa ou em público podem afetar o processo de socialização dos pequenos, trazer danos ao relacionamento familiar e causar traumas psicológicos que podem ter reflexos por toda a vida.

As crianças que fazem xixi na cama tendem a desenvolver sentimentos de culpa, ansiedade, problema de autoconfiança, apreensão, depressão e até comportamento agressivo. Fatores que estão ligados à vergonha que a criança sente, frustração por não conseguir controlar a urina, sentimento de diminuição perante seus colegas e familiares.

Não se trata apenas de um constrangimento ou frustração para os pais, a disfunção representa uma grave humilhação para a criança. Impossibilita o doente de desenvolver tarefas comuns na infância como passar a noite fora de casa (de um amigo ou familiar, participar de acampamentos, eventos...) por que temem a reação agressiva dos pais e ficar expostos a situações em que sejam motivo de gozação entre os colegas.

Antes de consultar seu médico, observe se a criança tem urgência para urinar e se isto está virando hábito, fique de olho se as perdas involuntárias de xixi ocorrem várias vezes ao dia e se há dor. Esses são alguns dos fatores que devem ser observados para avaliar se é enurese. Quanto mais rápido for tratada, menores os prejuízos sociais e traumas psicológicos para a criança.

SUPERANDO A ENURESE SEM TRAUMAS

Logo que diagnosticada e ao longo do tratamento, a Enurese deve ser considerada em todos seus aspectos. O comportamento familiar, convívio, socialização, expressão, comunicação e todo universo que envolve a criança serão imprescindíveis para seu desenvolvimento.

Nem todas as crianças estão maduras o suficiente para entender o tratamento e comprometer-se a realizá-lo de maneira saudável, sem que este seja um passo traumatizante. Todos devem estar cientes de que a culpa pelas perdas urinárias não são de responsabilidade ou culpa da criança, pois acontecem involuntariamente, a opressão e a punição só agravam a compreensão da doença e atrapalham o progresso do paciente.

A colaboração dos pais em motivar a criança através do reconhecimento pelas noites secas e esforço em se cuidar, o diálogo e a participação ativa durante o tratamento, aceleram e colaboram para que o sucesso seja alcançado.

Criar expectativas saudáveis, incentivar atividades sociais, e principalmente observar a ingestão hídrica diurna e micções regulares, são tarefas assumidas a princípio pelos pais e cuidadores, até que se tornem hábito ou que a criança adquira o controle total da função miccional.

O comportamento em relação à Enurese influenciará a maneira que a criança percebe o mundo. Os pais devem cuidar para que essa experiência seja positiva e que a aprendizagem predomine em relação ao incômodo, ensinando conceitos como respeito, solidariedade, responsabilidade, amizade entre outros sentimentos indispensáveis para que a criança cresça em um ambiente seguro e livre.
Fontes: www.einstein.br e www.semxixinacama.com.br

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

SERVIÇO: ENURESE NOTURNA TEM TRATAMENTO GRATUITO!

O "xixi na cama" afeta 15% das crianças até 5 anos e 5% até os 10 anos, um número relevante que ainda é negligenciado pelos pais e também pelos profissionais de saúde, destaca o Hospital das Clínicas de São Paulo. A doença pode acarretar problemas ao relacionamento social, distúrbio emocional, interferir na qualidade de vida e desenvolvimento saudável da criança e do adolescente. O comportamento inadequado dos pais pode prejudicar a recuperação do enurético já que os castigos, punições e ofensas desnecessárias podem ter graves reflexos emocionais e trazer prejuízos ao relacionamento familiar.
Enurese tem tratamento GRATUITO em todo Brasil!
O que a maioria dos pais não sabe é que existem centros de apoio gratuitos em todo Brasil. Em São Paulo, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo (HCFMUSP) oferece tratamento gratuito para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos com enurese através do Projeto Enurese.
O Projeto Enurese
Uma equipe multidisciplinar com profissionais das áreas de psicologia, fisioterapia, nefrologia e neurologia fazem a avaliação e indicação de quais médicos deverão acompanhar o tratamento, de acordo com o quadro diagnosticado. O atendimento é feito individualmente, em grupo ou à distância - para pacientes que moram longe da capital paulista.
Para participar do programa é preciso que a criança tenha pelo menos cinco anos (idade que caracteriza a enurese, segundo a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina) e dois episódios de "xixi na cama" por semana, sem nenhuma outra doença que possa caracterizar a incontinência.

As inscrições podem ser feitas pelo site do Programa http://www.projetoenurese.com.br/index.php ou pelo telefone (11) 3091- 1961. Após o cadastro, o paciente receberá em casa um questionário que deverá ser devolvido ao HC - sem custo de postagem. Este procedimento é o primeiro passo. Após avaliar a necessidade de acompanhamento médico é preciso passar pela triagem feita no Hospital das Clínicas através de exames físicos, laboratoriais, polissonografia, avaliação psicológica e de postura. O resultado destas avaliações definirá o tratamento adequado, conforme a necessidade do paciente.
 
Confira também!
"Sem Xixi na Cama" é um site dedicado exclusivamente a promover informação sobre as causas e consequências da Enurese, gerando conhecimento e prevenção. Neste endereço eletrônico é possível entender as causas, sintomas, consequências da doença, compreender a importância do diário miccional para o diagnóstico médico, fazer o download, receber dicas, esclarecer dúvidas, entender a importância dos pais no tratamento e conhecer os tratamentos disponíveis. Além de espaço destinado à brincadeira, em que a criança tem a opção de imprimir desenhos para colorir ou pintar os desenhos on line. Para se informar sobre os endereços e telefones dos centros em todo país, recomendamos que os pais acessem http://semxixinacama.com.br/centros-de-apoio.php. Num clique é possível descobrir qual o mais perto de você.
Agradecimento: Andressa Nascimento 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O programa sobre Desfralde e Enurese Noturna já está no blog!!!

Oi, gente!
O programa sobre Desfralde e Enurese Noturna já está disponível aqui no blog para quem não conseguiu assistir. Vale lembrar que no sábado, 11 horas, tem reprise na TV Brasil.
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

DESFRALDAMENTO PARA INICIANTES

Fonte: BabyCenter Brasil

Não é de estranhar que você não veja a hora de seu filho largar logo as fraldas. Afinal vai parecer um sonho não precisar mais trocar fralda a toda hora, sem contar a economia! Mas você sabe quanto tempo demora o processo todo do desfraldamento?

É verdade que para algumas crianças o problema todo se resolve em poucos dias. Porém, para a maioria, é um aprendizado que pode levar meses.

As chances de sucesso serão muito maiores se a família toda estiver bem informada e deixar bem claro para a criança o que vai acontecer.
1 - Tenha certeza de que a criança está pronta

Existe uma idéia mais ou menos generalizada de que a idade certa para tirar a fralda da criança é por volta dos 2 anos. Mas cada pessoa é diferente e, assim como elas aprendem a andar em momentos distintos, a hora ideal para aprender a fazer xixi e cocô no penico ou na privada pode variar muito.

Há algumas crianças que só ficam realmente preparadas para iniciar o desfraldamento quando têm mais de 3 anos. Para saber se é o caso do seu filho, confira nossa lista de sinais de que chegou a hora.

Se achar que seu filho não está pronto, resista à pressão da família e da escola, ou então faça uma tentativa sabendo que é provável que tenha de voltar atrás antes que o estresse se instale.

2 - Providencie os equipamentos necessários

Não é nada muito complicado: arranje um penico ou um adaptador para o vaso sanitário, um anel que evita que a criança "caia" dentro da privada. Talvez seja melhor começar com o penico: com os pés apoiados no chão, a criança vai ter mais facilidade para fazer força na hora de fazer cocô. Um livrinho sobre o assunto pode ajudar, mas não é essencial.

3 - Deixe seu filho se acostumar ao penico

Para começar, acostume seu filho a se sentar no penico uma vez por dia, mesmo que ainda sem tirar a roupa. Escolha um momento em que ele costuma fazer cocô -- depois do café da manhã, depois do almoço ou antes do banho.

Se ele não quiser se sentar, deixe estar. Nunca force a criança a sentar no penico, nem a segure. E não force a barra se seu filho estiver assustado. As consequências no futuro podem ser bem ruins, principalmente por causa da prisão de ventre.

Caso a criança resista a se interessar no desfraldamento, o melhor é esquecer o assunto por algumas semanas, e depois fazer uma nova tentativa. Nessa fase, não precisa nem explicar muito para que serve o penico. O objetivo é só acostumá-lo ao objeto.
4 - Sente-o no penico sem a fralda

Depois da fase de acostumar a criança a sentar no penico, sua meta vai ser convencê-la a sentar sem a fralda. Segure a ansiedade e deixe que ela só se sente ali, para ver como é. E comece a explicar direitinho que é isso que a mamãe e o papai fazem todo dia: sentam lá (no vaso sanitário, no caso de vocês) para fazer as necessidades.
Se seu filho captar logo a idéia e já fizer alguma coisa, ótimo! Mas não o force a conseguir. É importante que o interesse no processo seja dele, não seu.

5 - Explique o processo

Uma boa idéia é mostrar para a criança para onde o cocô vai. Quando ele fizer cocô na fralda, leve a fralda suja até o penico e ponha o cocô ali, para mostrar onde é o lugar certo. Depois, esvazie o penico jogando as fezes no vaso sanitário, e dê ao seu filho o privilégio de ajudar a apertar a descarga (só se ele quiser -- há crianças que têm medo).

Mostre também que depois é preciso vestir a roupa de novo e lavar as mãos.
6 - Incentive seu filho

Estimule a criança a usar o penico sempre que tiver vontade de fazer xixi ou cocô. Deixe bem claro que basta que você poderá levá-la ao banheiro. Se der, aproveite uma época de calor, que é mais favorável para o processo, e deixe-a circular pelada, com o penico bem à vista.
Diga a seu filho que ele pode usar o penico quando quiser, e o lembre de vez em quando.

Mas preste atenção: não adianta ficar levando a criança de hora em hora ao banheiro. Você precisa ensiná-la a pedir. Senão, na primeira oportunidade em que você esquecer de levá-la, ou estiver fazendo outra coisa, o xixi vai escapar na roupa mesmo. A comunicação e o controle do esfíncter (que variam, dependendo da maturidade de cada criança) são fundamentais para o processo de desfraldamento.
7 - Capriche na cueca e na calcinha

Cuecas e calcinhas de personagens ou com desenhos fazem sucesso. Você pode fazer um grande carnaval, mostrando ao seu filho como ele é grande e importante por já usar cueca (ou calcinha, no caso de meninas).

Mas você não precisa usar a roupa de baixo bonitinha e cara o tempo todo. Arranje também umas bem baratinhas, porque os acidentes serão inevitáveis e as trocas, bem frequentes.

Existem também fraldas de treinamento, as chamadas pull-ups. A vantagem é que elas funcionam como fraldas, mas são vestidas como uma calcinha ou cueca, portanto dá para a criança abaixar e levantar sozinha, se quiser ir ao banheiro. Muito mais fácil que abrir e fechar a fralda. O inconveniente é que elas são caras e difíceis de encontrar. Uma alternativa é ter um pacote só para sair, quando você não pode arriscar uma escapada de xixi ou cocô.

8 - Tenha muita calma na hora dos acidentes

As escapadas e acidentes acontecem com praticamente todas as crianças, não tem jeito. É difícil manter a calma, mas se esforce para não perder o controle. Não vale a pena castigar ou punir a criança pela escapada. Os músculos dela estão ainda aprendendo e treinando o controle das fezes e da urina, e o processo leva algum tempo.

Quando acontecer o acidente, limpe tudo com tranquilidade e só diga ao seu filho que, da próxima vez, vai ser mais legal se ele usar o peniquinho.

Caso os acidentes fiquem muito frequentes, tenha a sabedoria de voltar atrás sem medo ou vergonha. É possível que o organismo do seu filho ainda não esteja preparado, e é melhor voltar a tentar daí a alguns meses.
9 - Comece a fazer o desfraldamento noturno

... Mas só quando a criança estiver preparada! Pode demorar -- anos até! O organismo da criança demora bastante para ser capaz de despertá-la se for necessário fazer xixi no meio da noite.

O que você pode fazer é tentar diminuir a quantidade de líquido que seu filho toma antes de dormir, e dizer a ele que chame você se precisar ir ao banheiro durante a noite. Só se aventure a tirar a fralda noturna quando, por diversas noites seguidas, a fralda tiver amanhecido completamente seca.

E saiba que, mesmo que tudo dê certo, um xixi na cama ou outro fazem parte da infância.
10 - Parabéns, você conseguiu!

Acredite. Por mais que demore, seu filho vai aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo. E aí você não vai precisar trocar fraldas por um bom tempo -- bom, pelo menos até o próximo bebê, ou quem sabe o netinho...

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