
Assim que minha filha nasceu, ele foi libertado. Esperei passar os 6 meses de amamentação e fui trabalhar para sustentar a minha filha, pois o pai quase não ajudava, e o que sempre deu era pouco para sustentar uma criança (na época R$100), e eu também nunca fiz questão. Sempre me desdobrei para cuidar muito bem dela.
Aos 2 anos consegui vaga em uma creche pública próximo a minha casa. Trabalhava com telemarketing, então o horário ajudava muito (apenas 6hs diárias). E conforme iam pintando trabalhos melhores, ia aproveitando as oportunidades.
Quando ela estava com 4 anos, fui fazer faculdade de Recursos Humanos. Consegui um estágio em uma empresa muito conceituada na época. Lá, consegui crescer bastante profissionalmente e conheci também o pai da minha caçula. Tivemos um relacionamento de 4 anos e hoje temos uma filha de 3 anos, a Nicolle. Ele se tornou um grande amigo.
Nesta última gravidez, como a minha mais velha já estava com 7 anos, foi um tanto quanto complicado encarar no início. Mas como a melhor parte de mim é ser mãe, e este amor é incondicional, aceitei rápido a situação.
Nesta última gravidez, como a minha mais velha já estava com 7 anos, foi um tanto quanto complicado encarar no início. Mas como a melhor parte de mim é ser mãe, e este amor é incondicional, aceitei rápido a situação.
Mas, com a segunda filha, morando com meus pais ainda, tudo ficou muito complicado. Tivemos diversas brigas. Foi quando decidi ir morar sozinha com as meninas. Consegui alugar um apartamento próximo aos meus pais.
Com o passar do tempo, trabalhar longe estava muito complicado e sacrificante para as três. E com ajuda de Deus, consegui abrir um negócio: uma loja de festas infantis.
Hoje, consigo conciliar tudo: filhas na escola, casa e trabalho. Minha rotina começa às 6:15, mas a cada dia me sinto mais orgulhosa por dar conta de tudo sozinha. Apesar de toda a dificuldade, do cansaço e da correria, sou feliz e realizada como mãe e mulher.
Espero que gostem da minha história. Não tive totalmente produção independente, pois ambos pais me ajudam e elas têm convívio. Claro que o da Mariana nem tanto assim quanto deveria.. Mas sou eu quem arco com todas as responsabilidades.
Um beijo, Jacqueline Barreto (São Paulo - SP).
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Obrigada, querida Jacqueline, por compartilhar sua história conosco. Suas filhas são lindas. Parabéns!!!
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