Aos domingos, 15h30
Reprise aos sábados, 11 horas
Na TV Brasil

quinta-feira, 30 de maio de 2013

PAPO DE MÃE SOBRE BRIGA ENTRE IRMÃOS

O que fazer diante das brigas dentro de casa 

Ciúmes, rivalidade, disputa por atenção. Estes são alguns dos principais motivos pelos quais os irmãos normalmente brigam, deixando os pais, muitas vezes, sem saber como administrar a situação dentro de casa.   Mas é preciso considerar que brigar faz parte do desenvolvimento infantil, e aprender a lidar com as diferenças faz parte do amadurecimento de qualquer pessoa. 

Neste programa, Mariana Kotscho e Roberta Manreza conversam com famílias e especialistas sobre brigas entre irmãos. Presença da psicopedagoga Larissa Fonseca e da psicóloga Nise Brito, também autora do livro “Briga entre Irmãos”. Tem ainda reportagem especial de Letícia Bragaglia e um papo pelas ruas com Gabriela Costa.

No domingo, após o programa, converse conosco aqui no blog pelo nosso chat. Assine nosso Feed para receber nossas atualizações, curta nossa fanpage no Facebook e siga nosso Twitter (@papodemae).  

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço.

Domingos, 16 horas. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil.









quarta-feira, 29 de maio de 2013

Conheça o trabalho do IBDFAM

No Papo de Mãe do último domingo (26), recebemos a advogada Dra. Patrícia Gorisch, especialista em Direito de Família Homoafetiva, membro do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família - entidade técnico-científica sem fins lucrativos que por objetivo desenvolver e divulgar o conhecimento sobre o Direito de Família, atuar como força representativa nas questões pertinentes às famílias brasileiras, inclusive  na tentativa de adequar o atendimento às diversidades e especificidades das demandas sociais que recorrem à Justiça (como as questões referentes a relações homoafetivas). 

 Assista ao vídeo institucional e acesse http://www.ibdfam.org.br para saber mais.

 

E atenção: o Papo de Mãe sobre PAIS GAYS reprisa neste sábado, 11 horas. Não perca!

terça-feira, 28 de maio de 2013

segunda-feira, 27 de maio de 2013

PAIS GAYS: DICA DE LEITURA

No programa de ontem, recebemos o educador Plínio Camillo, autor do livro "O namorado do papai ronca". #ficaadica

Acesse o blog do autor: https://pliniocamillo.wordpress.com/
E-mail: [email protected]

quinta-feira, 23 de maio de 2013

NESTE DOMINGO: PAPO DE MÃE COM PAIS GAYS

Mariana Kotscho e Roberta Manreza conversam com pais e mães homossexuais sobre a criação dos filhos 

Segundo o IBGE, o Brasil tem mais de 60 mil casais homossexuais. São milhares de famílias que se formam com dois pais ou duas mães. 

De acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Psicologia da USP, filhos de pais gays não sofrem prejuízos psicológicos, visto que as funções psíquicas materna e paterna podem ser exercidas por duas pessoas do mesmo sexo. 

Mas como será que estes pais, mães e filhos enfrentam o preconceito? E por que este tema ainda gera tanta polêmica? 

Participam do papo a terapeuta Maria Alice Rufino, a advogada Patrícia Gorish, especializada em direito homoafetivo, e o escritor Plínio Camilo, autor do livro “O namorado do papai ronca”

Tem ainda reportagem especial com Letícia Bragaglia e um papo pelas ruas com Gabriela Costa. 

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço.

Domingos, 16 horas. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil.


 












BIPOLARIDADE: CONHEÇA O TRABALHO DA ABRATA

A ABRATA - Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos -  é uma associação, sem fins lucrativos, voltada para o atendimento de pessoas portadoras de transtornos do humor como a depressão e o transtorno bipolar, assim como seus familiares e amigos. Sua sede é na cidade de São Paulo, onde desenvolve múltiplas atividades com recursos provenientes de contribuições dos associados, eventos de captação, parcerias e patrocínios de empresas. Todas as ações da Associação são coordenadas e desenvolvidas pelo corpo de voluntários. O atendimento ao público é realizado por meio de contatos entre os interessados e a equipe de voluntários da ABRATA via telefone, e-mails, blog e pela participação em atividades oferecidas pela Associação. Telefone: (11) 3256-4831 de segunda a sexta, das 13h30 às 17h00. Site: www.abrata.org.br E-mail: [email protected]

quarta-feira, 22 de maio de 2013

TRANSTORNO BIPOLAR - DICAS DE LEITURA

As nossas dicas de leitura de hoje são as obras do Dr. Miguel Boarati, especialista que esteve presente no Papo de Mãe sobre Transtorno Bipolar. 


Transtorno Bipolar na Infância e Adolescência – Aspectos Clínicos e Comorbidades 
Autores: Lee Fu-I,  Miguel Angelo Boarati e colaboradores




Transtornos Afetivos na Infância e Adolescência – Diagnóstico e Tratamento 
Autores: Lee Fu-I. Miguel Angelo Boarati e Ana Paula Ferreira Maia



PS: Se você também tiver uma dica de leitura, escreva nos comentários abaixo!

terça-feira, 21 de maio de 2013

TRANSTORNO BIPOLAR NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA É DIFÍCIL DE DIAGNOSTICAR?



O transtorno bipolar (TB) é uma psicopatologia caracterizada por alterações graves no humor e que cursa com fases de mania (períodos de humor eufórico, grandiosidade, aumento de energia, alegria extrema, etc) alternando com episódios de depressão. O TB é um quadro que impacta o indivíduo e seu círculo social, comprometendo seu funcionamento global, relacionamento familiar e social, além de provocar prejuízos ocupacionais. O diagnóstico do quadro é complicado em adultos, levando em média 10 anos para se realizado, pois normalmente ocorre predominância de fases depressivas, o que induz ao erro os profissionais de saúde envolvidos no tratamento desses indivíduos. Em crianças e adolescentes o desafio pode ser ainda maior, pois as fases não são muito bem definidas. 

O TB de início na infância e adolescência, normalmente, está associado a outras comorbidades. Ele pode se instalar paralelamente a um transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtornos de conduta, transtornos ansiosos ou mesmo com transtornos alimentares. O tratamento nesses casos precisa ser muito específico, pois os transtornos associados podem mascarar o diagnóstico de TB. “O primeiro problema a ser resolvido nesses indivíduos é a estabilização do TB, pois a partir do controle deste é que se sabe a extensão da comorbidade”, diz o especialista. Além disso, deve envolver a abordagem psicoterápica, terapia familiar, fonoterapia e reabilitação pedagógica. 

Dr. Miguel Boarati no Papo de Mãe sobre Transtorno Bipolar

Diferentemente dos adultos, o TB na infância e na adolescência esbarra em peculiaridades relacionadas à fase de desenvolvimento em que a criança ou o adolescente se encontra: de um lado as crianças, muitas vezes, não conseguem descrever o que sentem. Já na adolescência, uma idade crítica por natureza, o transtorno se confunde com os dramas da fase e pode ser agravado por fatores como a convivência social com indivíduos desajustados. 

Idades diferentes, fases diferentes 

“As crianças apresentam dificuldades em falar com clareza sobre os próprios sentimentos, o que pode dificultar, para os pais e para os profissionais que as acompanham, a identificação imediata da doença. Definir episódios depressivos ou maníacos nesses indivíduos fica ainda mais difícil. O que vai denotar o transtorno, muitas vezes, é quando se nota uma mudança no padrão de comportamento dessa criança, como por exemplo, a apatia e o desinteresse por brincadeiras ou mudanças no padrão de sono e de alimentação”, 

A “ciclagem” – alteração entre as fases – nas crianças pode ser muito rápida, havendo alternância entre as fases em questão de horas ao longo do dia. “A criança pode estar apática durante a manhã e logo depois eufórica, brincando, correndo. Isso confunde quem observa e dificulta a procura por ajuda especializada. Entretanto, quando se tem ideia de que pode se tratar de um transtorno, é possível que os pais ou responsáveis busquem auxílio. 

Na adolescência, entretanto, a coisa se complica. Para os adolescentes, arriscar e desafiar o novo, buscando novas sensações é um padrão comum de funcionamento, sendo visto como parte integrante daquela fase da vida. Além disso, outros quadros psicopatológicos comuns na adolescência, como o transtorno de conduta, também apresentam comportamento semelhante ao observado em um adolescente bipolar em fase de mania, como por exemplo, a presença de agressividade, impulsividade e de quebra de regras. 

Por conta dessa impulsividade e agressividade extremada, esses adolescentes bipolares podem acabar sendo isolados pelos pares – o inverso do que acontece com as crianças bipolares, que optam por se isolar. Esse isolamento social pode ser um fator complicador, pois esse indivíduo pode acabar procurando refúgio em círculos sociais (turmas de amigos) mais desajustados. 

Os adolescentes com esse comportamento ‘transgressor’ acabam se solidarizando. No geral, isso é ruim, pois os membros do grupo podem acabar compartilhando e reforçando os comportamentos de risco uns dos outros, como o abuso de álcool e outras drogas, ou mesmo o comportamento violento e antissocial. 

Adesão ao tratamento pode ficar comprometida nos adolescentes 

Na adolescência, a independência e proatividade também são mais salientes. Isso quer dizer que a adesão ao tratamento para o transtorno não depende apenas dos pais. As crianças mais novas são levadas pelos pais, que acompanham de perto a evolução. Nos adolescentes, isso se complica, pois os pais, por vezes, não conseguem ter ascensão sobre os adolescentes, deixando-os “mais soltos”. Se um adolescente resolver faltar à sessão ou interromper o tratamento, os pais poderão apresentar mais dificuldades, não conseguindo valer da autoridade e forçá-los a voltar. 

Por isso, os pais devem ficar mais atentos nas fases iniciais da doença e do tratamento, pois a continuidade na intervenção é mais fácil quando esses indivíduos já estão mais estáveis. Lembrando que o transtorno bipolar do humor não tem cura, mas pode haver remissão do quadro. A condição pode ser estabilizada, mas isso não exclui a volta de novas oscilações ao longo da vida. O acompanhamento deve ser permanente e o indivíduo conscientizado da importância do seu comprometimento com o tratamento. Os pais e o paciente devem estar atentos essa condição”. 

Vida acadêmica é um indicador importante 

Para os pais, fica a dica: acompanhar o histórico escolar dos filhos – não somente as notas, mas as alterações de comportamento, padrão de sociabilidade, respeito às regras e figuras de autoridade. Esses são dados fornecidos pelos professores e coordenadores pedagógicos e que podem muito auxiliar no diagnóstico – é o melhor indicador de transtornos mentais que possam vir a se instalar, especialmente o TB. 

O ambiente escolar é um local externo do convívio familiar, e acompanhar a evolução dos filhos nesse ambiente é importantíssimo: as alterações de comportamento observados na escola podem dizer muito sobre a saúde mental das crianças. Se as notas caem repentinamente, a criança não se concentra ou mesmo ocorre uma regressão no processo de aprendizagem, isso pode ser indicativo de alguma alteração. 

Nesses casos é importante uma avaliação de um profissional de saúde mental, especialista em crianças e adolescentes, pois como vemos, o conhecimento sobre as especificidades da idade são pontos-chave para um bom diagnóstico e um tratamento eficaz para as condições que estejam se desenvolvendo. A avaliação de outros profissionais, como psicopedagogos, psicólogos e fonoaudiólogos, são de fundamental importância, pois como vimos, essa é uma condição que afeta o desenvolvimento da criança e do adolescente nas diferentes esferas de sua vida. 

Dr. Miguel Angelo Boarati é Psiquiatra da Infância e Adolescência, Coordenador do Ambulatório de Transtornos Afetivos PRATA-SEPIA IPq-HCFMUSP. Participou como especialista convidado do Papo de Mãe sobre Transtorno Bipolar, exibido em 19.05.2013.

Fonte: www.viversaude.com.br



quinta-feira, 16 de maio de 2013

NESTE DOMINGO O NOSSO PAPO É SOBRE TRANSTORNO BIPOLAR

Saiba como identificar e tratar o transtorno bipolar em crianças e adolescentes 

O transtorno bipolar é uma doença caracterizada pela alternância entre depressão e euforia que, segundo pesquisas, atinge mais de 4 milhões de brasileiros. O que muita gente não sabe é que este transtorno pode também afetar crianças e adolescentes, cabendo aos pais procurar tratamento desde o aparecimento dos primeiros sintomas. 

Neste programa, Mariana Kotscho e Roberta Manreza recebem mães, filhos e especialistas para conversar sobre o tema. Participam do papo os especialistas: Dr. Miguel Boarati, psiquiatra e pesquisador do Instituto de Psiquiatria da USP (IPq/HCUSP) e autor do livro "Transtorno bipolar na infância e adolescência – Aspectos clínicos e comorbidades", Dra Érica Azevedo, psicóloga da USP, e Sônia Maria Palma, vice- presidente da ABRATA – Associação Brasileira de Familiares Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos. O programa conta ainda com reportagem especial de Letícia Bragaglia e um papo pelas ruas com Gabriela Costa. 

No domingo, após o programa, converse conosco aqui no blog pelo nosso chat. Assine nosso Feed para receber nossas atualizações, curta nossa fanpage no Facebook e siga nosso Twitter (@papodemae). 

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço.

Neste Domingo, EXCEPCIONALMENTE, às 15:45 horas. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil.












RECONHECIMENTO: PAPO DE MÃE RECEBE HOMENAGEM

Ontem à noite, Mariana Kotscho e Roberta Manreza receberam uma homenagem pela prestação de serviço do Papo de Mãe, num evento que comemorou o milésimo implante coclear (implante auditivo) do HCFMUSP. 

Obrigada a todos os envolvidos no evento e parabéns a toda equipe Papo de Mãe e TV Brasil!!! 

As apresentadoras Mariana Kotscho e Roberta Manreza 

Homenagem pela prestação de serviço do Papo de Mãe

Governador Geraldo Alckmin,  Juliana e Laura (filhas de Roberta e Mariana)

PS: O Papo de Mãe sobre Audição foi exibido em 17.10.2010. Para quem não pode assistir, segue aqui o programa:

segunda-feira, 13 de maio de 2013

ORÇAMENTO DOMÉSTICO: Por que é fundamental a elaboração de um orçamento doméstico?

Fonte: Procon-SP

A elaboração do orçamento doméstico nem sempre é uma tarefa fácil. Definir quais são as suas necessidades e planejar todos os gastos, considerando sempre a renda disponível, é uma forma para começar a ter um maior controle de seu dinheiro e economizar. 

Por que é fundamental a elaboração de um orçamento doméstico?

Essencialmente, para administrarmos as finanças, controlando os gastos e planejando compras. Na prática, ajuda nosso dinheiro não acabar antes do mês. 

Como surgem as dívidas? 

Situações inesperadas como doenças, óbitos, separações, desempregos (os chamados “imprevistos”), normalmente geram dívidas. Devemos considerar a possibilidade destas ocorrências, já que muitas são comuns a todos, e nos organizar, mantendo uma reserva financeira. Comportamentos inadequados como compras por impulso, utilização frequente do limite do cheque especial, muitos gastos com cartão de crédito e pequenas despesas não consideradas também são origem da maioria das dívidas. 

A fim de ajudar os consumidores a planejarem seus orçamentos domésticos, o Procon – SP elaborou uma cartilha com várias dicas que servem como referência na hora de economizar. Você pode conferir a cartilha clicando AQUI.

Papo de Mãe sobre Orçamento Doméstico, exibido em 12.05.13.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

NESTE DOMINGO: ESTREIA DO NOVO CENÁRIO, DIA DAS MÃES E UM PAPO SOBRE ORÇAMENTO DOMÉSTICO!!!

O Papo de Mãe está de casa nova! Com novo cenário e diretamente dos estúdios da TV Brasil em São Paulo, Mariana Kotscho e Roberta Manreza comemoram o Dia das Mães com uma conversa sobre Orçamento Doméstico

O Orçamento Doméstico representa uma das maiores preocupações das famílias brasileiras. Como será que fica a situação financeira da casa com a chegada de um ou mais filhos? Será que é possível planejar adequadamente as despesas do lar? 

Para esclarecer estas e outras dúvidas, o programa conta com a presença dos economistas Cláudio Gonçalves e Adriana Rodopoulos. Reportagem especial de Letícia Bragaglia. Tem ainda a estreia de Gabriela Costa numa conversa com o povo pelas ruas de São Paulo. 

No domingo, após o programa, converse conosco aqui no blog pelo nosso chat. Assine nosso Feed para receber nossas atualizações, curta nossa fanpage no Facebook e siga nosso Twitter (@papodemae). 

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. 

Neste domingo, excepcionalmente, às 15h45. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil!!!

Apresentação: Mariana Kotscho e Roberta Manreza
Cenário: Paula Izzo e Marcelo Larrea













quarta-feira, 8 de maio de 2013

SAÚDE: FAÇA VALER SEUS DIREITOS!


A primeira etapa na busca pelo direito à saúde foi vencida com o reconhecimento constitucional de que este é um direito fundamental do cidadão e que cabe ao Estado suprir. A segunda etapa é conseguir fazer isto valer no cotidiano das pessoas que precisam de atendimento. 

Reclamar estes direitos não é fácil, é preciso muita determinação e também é preciso enxergar que ao buscar resolver um problema pessoal, você também pode contribuir para a melhoria do Sistema de Saúde como um todo, fazendo um bem para toda a sociedade. 

Abaixo você encontra listados órgãos e instituições que podem contribuir para a resolução de problemas na área da Saúde, em alguns casos foram indicados modelos de cartas, para facilitar o seu contato. 

Conselhos e Conferências de Saúde: 
Os Conselhos têm a função de fiscalizar e definir as linhas das políticas de saúde, sendo metade de seus membros usuários do serviço de saúde. Os Conselhos podem receber denúncias sobre o atendimento precário nos serviços de saúde; desvios de recursos e cobrança pela prestação de serviços públicos, mas agem para corrigir problemas coletivos, não lidando diretamente com casos individuais. 

Conselho Nacional de Saúde  - Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Anexo, Ala B. - 1º andar - salas 128 a 147 - CEP 70058-900 - Brasília – DF - (61) 315-2150 / 315-2151 - [email protected]http://conselho.saude.gov.br 

OBS: Existem também os Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde. Informe-se. 

Conselhos Gestores: 
São compostos por usuários, funcionários e membros da administração de um equipamento público. Os Conselhos Gestores discutem e decidem sobre a prestação de serviços e atendimento na unidade; planejam e avaliam a qualidade do atendimento e, principalmente, recebem diretamente as queixas da população que é atendida naquele lugar. 

Para acionar este serviço é preciso primeiro saber se existe um conselho responsável pela Unidade na qual você foi atendido e se informar sobre quem são os conselheiros ou quando são feitas as reuniões. A cidade de São Paulo já tem alguns Conselhos Gestores (em hospitais, ambulatórios, parques, etc), um exemplo em funcionamento é o Conselho Gestor do Hospital do Servidor Público Municipal. 

Diretor, chefe de serviço e secretário de saúde: 
Todo serviço ou unidade de saúde obrigatoriamente tem um chefe ou diretor, que é um profissional de saúde, geralmente médico, responsável pela administração e pleno funcionamento do serviço. Todos os serviços de saúde do SUS estão subordinados às secretarias municipais ou estaduais de saúde. Você pode contatar o diretor da unidade na qual foi atendido ou ao secretário de saúde em casos de reclamações sobre falta e despreparo de profissionais, mau atendimento, descumprimento de horários, filas de espera, demora, desorganização do serviço, falta de aparelhos, equipamentos, medicamentos e insumos (gaze, esparadrapo, seringas descartáveis etc). Para encaminhar a queixa é preciso saber o nome do Diretor escrever uma carta endereçada a ele, enviando também uma cópia ao Secretário Municipal ou Estadual da Saúde. Insista para que você tenha uma resposta rápida e satisfatória. 

Ouvidorias: 
As Ouvidorias têm a função de ouvir os usuários, apurando as denúncias e apresentando soluções em relação ao problema apontado. Procure pela Ouvidoria Geral de Saúde do seu Município ou Estado. 

Ministério Público: 
É o órgão que atua na proteção e na defesa dos direitos e interesses da sociedade, como é o caso da saúde. Quando recebe informações sobre casos de desrespeito aos direitos sociais, o Ministério Público (MP) pode instaurar um procedimento (inquérito civil) para ouvir quem eventualmente causou o dano e levantar provas. Quando tiver evidências de uma conduta prejudicial a um ou mais cidadãos, o MP pode fazer um termo de ajustamento de conduta (um acordo) ou mesmo ingressar com ação na Justiça. Tendo em vista a importância do direito à saúde, e que, provavelmente, a falha na prestação dos serviços neste setor atinge várias pessoas, o MP é um importante recurso do usuário do SUS. 

Existe o Ministério Público Federal e o Estadual, sendo que ambos têm competência para atuar nas questões relacionadas à saúde. As denúncias são encaminhadas ao Ministério Público por meio de uma representação, que é um documento escrito que conta o problema e solicita providências. Você também pode ir pessoalmente ao Ministério Público, onde haverá alguém para tomar seu depoimento. No site do Idec (http://www.idec.org.br), estão disponíveis alguns modelos de representações que poderão auxiliar no encaminhamento de suas informações ou denúncias. 

Ministério Público Federal - Procuradoria Geral da República - Rua Peixoto Gomide, 768 - Cerqueira César - São Paulo - SP - 3269-5000 - www.pgr.mpf.gov.br 

Poder Judiciário: 
A Constituição Federal garante que toda lesão ou ameaça de direito seja apreciada pelo Poder Judiciário. Basta que o interessado procure a Justiça. Desde que preenchidas as formalidades exigidas, você sempre poderá levar o problema a um Juiz de Direito. O acesso à Justiça se dá por meio de um documento denominado petição inicial, que deve sempre ser elaborada e assinada por um advogado (a não ser em casos encaminhados ao Juizado Especial Cível). A partir daí, o Juiz analisará o pedido do autor da ação, a resposta do réu, as provas apresentadas, e decidirá a questão. Aquele que perder poderá recorrer aos Tribunais na tentativa de mudar a decisão do Juiz. 

O Poder Judiciário pode ser acionado para que os responsáveis (as autoridades municipais, estaduais ou federais; diretor do hospital ou unidade; ou profissional de saúde), sejam obrigados a corrigir as falhas ou a omissão na prestação dos serviços de saúde. Conseqüentemente, você pode conseguir o atendimento do qual precisa, como por exemplo internação para fazer uma cirurgia, realização de consultas ou exames, medicamentos, etc. Também é possível recorrer à Justiça para buscar a indenização ou reparação de danos de qualquer natureza sofridos em razão da falta de atendimento ou do atendimento de má qualidade. Os cidadãos podem ingressar na Justiça individualmente, contratando um advogado particular, ou recorrendo à assistência jurídica gratuita. 

O Ministério Público também pode representar o cidadão judicialmente, o que pode ser feito ainda por meio de uma associação ou entidade com legitimidade para propor ações judiciais e que tenha entre as suas finalidades, descritas no seu estatuto, a defesa da saúde ou da cidadania. 

Vigilância Sanitária:
Tem a obrigação de controlar os riscos à saúde. Fiscaliza a comercialização de alimentos, bebidas, medicamentos, sangue, produtos e equipamentos médicos. Também é responsável pela fiscalização de serviços de saúde, como hospitais, clínicas e laboratórios. Você pode procurar a vigilância sanitária se tiver denúncias relacionadas à estrutura inadequada dos serviços de saúde, falta de higiene, fraude, falsificação e problemas na qualidade de medicamentos, sangue e hemoderivados, produtos para a saúde e alimentos, dentre outras. 

Defesa dos Direitos Humanos: 
Existem diversas instâncias, como as comissões de direitos humanos ligadas ao poder Legislativo (Câmara dos Deputados, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais) e as secretarias e conselhos de direitos humanos ligados ao poder Executivo. Elas recebem, investigam e apuram denúncias de violação dos direitos humanos. Você pode procurar uma destas instâncias se for vítima ou presenciar qualquer violação dos direitos civis e de cidadania, preconceito, discriminação, maus tratos, abandonos e todas as formas de violências e atentados contra a dignidade humana que possam vir a ocorrer nas unidades e serviços de saúde, a exemplo de hospitais psiquiátricos e lares de idosos. 

Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados Palácio do Congresso Nacional - Edifício Principal / Praça dos Três Poderes Cep 70160-900 - Brasília - DF (61) 318-5151 e 318-5930 [email protected] www.camara.gov.br/cdh 

Secretaria Especial dos Direitos Humanos – Ministério da Justiça Edifício Sede, Esplanada dos Ministérios – Bloco T – Sala 422 Cep: 70064-900 - Brasília/DF (61) 429-3142 / 223-2260 [email protected] www.sedh.gov.br 

Clique AQUI para ler a matéria na íntegra, obter os modelos de cartas e outras informações. 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

SUS - CONHEÇA SEUS DIREITOS

Conheça os seus direitos no que diz respeito aos acompanhantes em internações hospitalares, consultas e exames, internações e medicamentos. Saiba mais sobre o serviço de próteses de órteses, transplante e vagas para a realização do parto. Conheça mais também sobre os programas Farmácia Popular e Dose Certa. 


Acompanhantes em internações hospitalares: Se o paciente internado for menor de 18 anos de idade, tem assegurado um acompanhante - um dos pais ou responsável - e a cobertura de suas despesas (art. 12 da Lei 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente). O mesmo direito é assegurado aos idosos (60 anos ou mais) submetidos à internação hospitalar, (art. 16 da Lei 10.741/03 - Estatuto do Idoso). As parturientes também têm direito a acompanhante durante o trabalho de parto e pós-parto nos hospitais públicos e conveniados com o SUS, de acordo com a Lei 11.108/05. O acompanhante terá direito a acomodações adequadas e às principais refeições durante a internação. Os hospitais públicos e os conveniados com o SUS terão o prazo de seis meses, contados a partir de 6 de dezembro de 2005, para se adequarem à Portaria 2.418 do Ministério da Saúde - Gabinete do Ministro - MS-GM, que especifica este direito. 

Autonomia de vontade: O cidadão tem autonomia e liberdade para tomar as decisões relacionadas à sua saúde e à sua vida; consentir ou recusar, de forma livre, voluntária e com adequada informação prévia, procedimentos diagnósticos, terapêuticos ou outros atos médicos a serem realizados (art. 7º, III, da Lei 8.080/90). Se você não estiver em condição de expressar sua vontade, apenas as intervenções de urgência, necessárias para a preservação da vida ou prevenção de lesões irreparáveis, poderão ser realizadas sem que seja consultada sua família ou pessoa próxima de confiança. Se, antes, você tiver manifestado por escrito sua vontade de aceitar ou recusar tratamento médico, essa decisão deverá ser respeitada (art. 7º, III, da Lei 8.080/90). 

Consultas, exames e internações: Todo cidadão tem direito às ações e serviços necessários para a promoção, a proteção e a recuperação de sua saúde, incluindo-se aí a realização de consulta médica e exames nas unidades do SUS (artigos 196 e 198, II, da Constituição Federal, artigos 5º., III e 7º., II, da Lei 8.080/90). 

Medicamentos: Todo cidadão tem direito de obter, gratuitamente, o(s) medicamento(s) necessário(s) para o tratamento da sua saúde, mesmo que não esteja na lista oficial dos chamados medicamentos essenciais (arts. 5o, 6o e 196 da Constituição Federal, arts. 2o, 5o, 6o e 7o, I, II e IV da Lei 8.080/90). Os postos de saúde devem, obrigatoriamente, fornecer o(s) medicamento(s) ao cidadão. 

FARMÁCIA POPULAR - O Farmácia Popular é um programa do Governo Federal que disponibiliza dezenas de medicamentos, com desconto de até 85%. Para utilizar as Farmácias, basta que o usuário tenha uma receita médica ou odontológica da rede pública ou particular, contendo medicamentos disponíveis no programa. Acesse o site www.saude.gov.br e veja a lista de medicamentos que fazem parte do programa. 

DOSE CERTA - O Dose Certa é um projeto do governo do Estado de São Paulo que distribui gratuitamente 41 tipos de remédios. Para receber os remédios, o paciente deve ir até um dos postos de distribuição, levando a receita médica emitida por um posto de saúde ou hospital da rede pública, contendo o nome do princípio ativo do medicamento. Na cidade de São Paulo os remédios são distribuídos em postos localizados nas estações do Metrô. 

Próteses e órteses: O paciente do SUS tem direito a receber próteses e órteses necessárias para a realização de cirurgias ou se for portador de necessidades especiais. É o que garante a Constituição Federal (em especial aos artigos 1º, inciso III, 5º caput, 196 e 198, inciso II) e a Lei que criou o Sistema Único de Saúde (Lei 8080/90), que garante o acesso aos serviços de saúde de maneira eficaz e sem qualquer discriminação. Além disso, o Decreto nº 3.298/99 (artigo 18), que regulamenta a Lei nº 7.853/89, estabelece expressamente que está incluída na assistência integral à saúde a concessão de órteses, próteses, bolsas coletoras e materiais auxiliares, o que, portanto, deve ser fornecido gratuitamente, às custas do sistema público de saúde. 

Transplante: Existe um cadastro de todas as pessoas que precisam de transplantes, separado por órgãos necessitados, tipos sanguíneos e outras especificações técnicas. A ordem da chamada Lista Única de Receptores deve ser seguida com rigor, de acordo com as regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde, sendo supervisionada pelo Ministério Público. A doação de órgãos pode ser feita por alguém que tenha morte encefálica, desde que a família autorize expressamente, devendo ser observada a ordem da Lista Única para a seleção das pessoas que precisam de transplante. A doação também pode ser feita por um doador vivo como pais, irmãos, filhos, avós, tios, primos e cônjuges ou não parentes, neste último caso mediante autorização judicial. Dessa forma, se não houver parentes compatíveis ou mesmo se o órgão do qual o receptor necessita apenas puder ser transplantado de um doador com morte encefálica, não há o que fazer para apressar a Fila Única (Lei 9.434/97). 

O Governo Federal, como gestor nacional do SUS, tem o dever de obedecer a critérios médicos e princípios de justiça ao destinar os órgãos e tecidos doados, promover esforços para que todo paciente receba o transplante que necessita e exercer as ações de vigilância sanitária para que esses procedimentos sejam realizados com toda segurança possível. Os governos estaduais e municipais, por sua vez, devem zelar pela execução da política do poder central, incluindo a utilização adequada dos recursos destinados especificamente para os programas de transplante. Na opinião do Idec, a sociedade e a imprensa também têm um relevante papel a desempenhar no tocante à conscientização da importância da doação de órgãos. Afinal, sem doador, não há transplante. Para acompanhar o andamento da fila, procure a Central de Transplantes na qual o paciente se inscreveu. Para outras informações sobre o assunto, consulte os sites da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (www.abto.org.br), do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br), ou da Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde/SP ( http://www.saude.sp.gov.br/ses/acoes/transplantes-de-orgaos-e-tecidos). 

Transporte: O Idec entende que nos casos em que o cidadão não consegue se dirigir ao local onde o atendimento será prestado em razão de sua condição de saúde, o SUS deve se responsabilizar pelo transporte. Isso porque o acesso aos serviços de saúde e o atendimento integral são direitos dos cidadãos, e, no caso, somente serão respeitados quando o cidadão conseguir se locomover e receber o tratamento (art. 196, da Constituição Federal e art. 7o., II, da Lei 8.080/90). A lei que dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiências (Lei 7.853/89) e o decreto que a regulamenta (Decreto nº 3.298/99) também garantem esse direito para os cidadãos especiais, reforçando o já estabelecido pela lei do SUS. Foi instituído pelo Decreto 5.055/04 o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que tem como finalidade prestar socorro à população em caso de emergência. O atendimento é feito após chamada gratuita para o telefone 192. O SAMU deve ser chamado nos seguintes casos: ocorrência de problemas cardiorrespiratórios; intoxicação, trauma ou queimadura; quadros infecciosos; maus tratos; trabalhos de parto; tentativas de suicídio; crises hipertensivas; acidentes com vítimas; choque elétrico; acidentes com produtos perigosos; transferência de doentes de uma unidade hospitalar para outra. Para saber se a sua cidade possui este serviço você pode entrar em contato com o Ministério da Saúde no telefone 0800 61 1997. 

Vaga para realização de parto: A parturiente tem direito à internação hospitalar para a realização de parto nos hospitais públicos e/ou conveniados ao SUS (artigos 196 e 198, II, da Constituição Federal, artigos 5o., III e 7o., II, da Lei 8.080/90 e art. 3o., III, da Lei 9.263/96). Na Cartilha do Idec sobre o SUS há informações e orientações completas sobre o Sistema Único de Saúde.  Clique AQUI para acessar a cartilha. 

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Neste domingo: Papo de Mãe sobre Filhos no Hospital

A rotina das famílias cujos filhos precisam passar longos períodos internados em um hospital 

Na última edição dos especiais gravados fora de estúdio, Mariana Kotscho e Roberta Manreza conversam com mães de crianças que precisam ficar internadas em um hospital por longos períodos para tratamento.

Gravado no Hospital da GRAACC em São Paulo, o programa mostra a rotina destas famílias, as dificuldades para conseguir tratamento e a importância do trabalho dos voluntários. 

Presença dos especialistas, Dr. Sérgio Petrilli, fundador do GRAACC, da pedagoga Amália Covic e do advogado especialista em direito da saúde, Rafael Robba. Reportagem especial de Letícia Bragaglia. 

No domingo, após o programa, participe do nosso chat aqui no blog. Curta nossa página no facebook e siga nosso twitter. E para entrar em contato conosco escreva para [email protected] 

Papo de Mãe é um programa imperdível e fundamental para quem vive as dores e as delícias da vida em família. Informal com informação. Emocionante. Interativo. E com muita prestação de serviço. 

Aos domingos, 16 horas. Reprise aos sábados, 11 horas. Na TV Brasil.