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Na TV Brasil

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Especial de Natal

Olá pessoal!
Estamos na semana do Natal e nenhuma época do ano é tão apropriada para estarmos ao lado da família como esta, não é verdade? E sendo o Papo de Mãe uma grande família – e vocês membros dela - não poderíamos deixar de estarmos juntos nesta ocasião! Por isto, preparamos um programa especial para comemorar o primeiro Natal do Papo de Mãe ao lado de vocês, queridos telespectadores! O programa vai ao ar no dia 24/12, às 18h30 e reprisa no decorrer da semana. Não deixem de assistir!
E já que o assunto é Natal, que tal falarmos um pouco sobre os símbolos natalinos, origens e significados?

Símbolos Natalinos
Por Lilian Russo



O Presépio
Segundo a tradição católica, o presépio foi criado por São Francisco de Assis, no século XIII, em 1223, na região da Úmbria. Com a permissão do Papa, montou um presépio de palha que representava o ambiente do nascimento de Jesus, com pessoas e animais reais e não bonecos. Neste cenário, foi celebrada a missa de Natal e o sucesso foi tamanho que rapidamente se estendeu por toda a Itália. As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha (a tradição chegou com o rei Carlos III, que a importou de Nápoles, no século XVIII), na França (inícios do século XX), no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.

Estrela de Belém
Na ponta da árvore de Natal e, muitas vezes, sobre o presépio se coloca a Estrela de Belém. Simboliza a estrela-guia dos magos e sábios do Oriente. A Estrela possui quatro pontas e uma cauda luminosa, como um cometa.

Reis Magos
O Evangelho de Mateus é o único a relatar a vinda dos sábios do Oriente. Posteriormente, acrescentaram-se inúmeras lendas, uma das quais dizendo que eles vieram da Pérsia. No século V, Orígenes e Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos. No século VII, eles ganham nomes populares: Baltazar, Belquior e Gaspar e trazem ouro, incenso e mirra para o menino Jesus. No século XV, lhes é atribuída uma etnia: Belquior (ou Melchior) passa a ser de raça branca, Gaspar, amarelo, e Baltazar, negro, para simbolizar o conjunto da humanidade.

Árvore de Natal
A árvore natalina é simbolizada por um pinheiro enfeitado de luzes e de bolinhas vitrificadas coloridas. Para os cristãos reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. A tradição da árvore é bem antiga (segundo e o terceiro milênio A.C.), quando povos indo-europeus consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade da Natureza, por isso lhes rendiam culto. A civilização egípcia considerava a tamareira como árvore da vida e a enfeitava com doces e frutas para as crianças. Na Roma Antiga, os romanos penduravam máscaras de Baco, o deus do vinho, em pinheiros para comemorar uma festa chamada "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. Na Mitologia Grega, as árvores eram utilizadas para reverenciar deuses. Elas representavam as possibilidades de evolução e elevação do homem e eram consideradas intermediárias entre o céu e a terra. Na China, o pinheiro simboliza a longa vida e, no Japão, a imortalidade. O carvalho foi, em muitos casos, considerado a mais poderosa das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido. A atual árvore de Natal aparece na Alemanha, no século XVI e, no século seguinte, são iluminadas com velas. No século XIX, em 1837, a esposa alemã do duque de Orleans introduz este costume na França. Ainda no século XIX, a tradição chegou à Inglaterra e a Porto Rico. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugura uma árvore iluminada numa das praças centrais da cidade, e isto se espalha pelo mundo, inclusive em países não-cristãos. No século XX, torna-se tradição na Espanha e na maioria da América Latina.

Velas
Acender velas nos remete à festa judaica de Chanuká, que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos. Lembramos também da remota festa pagã do Sol Invencível dos romanos (Dies solis invicti), celebrada na noite do solstício de inverno, em 25 de dezembro. Os cristãos transformam-na na festa da luz que é Cristo. Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza. Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. Tantas velas, tantos anos. Para o cristão, as velas simbolizam a fé, o amor e a vida.

Sinos
As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. O sino simboliza o respeito ao chamado divino e representa o ponto de comunicação entre o céu e a terra. Remete ao ambiente rural, o tempo da igreja matriz e seus sinos e toques de aviso e de convocação para a vida e para a morte.

Papai Noel
Personagem destacado no Natal é o Papai Noel. São Nicolau, chamado Santa Klaus, bispo de Myra, na Lícia antiga (atual Turquia). Durante o século IV, este homem de fé marcante foi transformado legendariamente neste Papai universal que oferece às crianças presentes, brinquedos e carinhos. Uma lenda conta que São Nicolau, no dia de sua festa, 06 de dezembro de cada ano, passava de telhado em telhado depositando presentes nas meias colocadas nas chaminés. O atual Papai Noel, de roupa vermelha e saco às costas, nasceu nos Estados Unidos, na metade do século XIX, como um São Nicolau sob a forma de um gnomo ou duende e, logo em seguida, foi transformado em um simpático velhinho. Ele é introduzido na Europa depois da Primeira Guerra Mundial e se impõe pouco a pouco pela pressão comercial.


Pois é, falamos sobre símbolos natalinos, mas não podemos deixar de falar no real significado do Natal para os cristãos. Natal significa o nascimento de Jesus Cristo e deve ser lembrado sempre como um período de Paz, Amor e União. E é isso que o Papo de Mãe deseja a vocês nesta noite tão especial.

Feliz Natal a todos!!!

Um grande beijo
Equipe Papo de Mãe

PS: Para os interessados, segue a receita do delicioso bolo de castanha que passamos no programa:
Bolo de Castanha
2 xícaras (de chá) de açúcar
2 ovos
½ xícara de óleo
2 xícaras de farinha com fermento
1 xícara de leite
1 xícara de castanhas do Pará, moídas
Bata bem os ovos com o açúcar, acrescente o óleo, a farinha e o leite mexendo sempre. Por fim, acrescente a castanha, bata mais um pouco e leve para assar em forma untada em forno médio por 30 minutos.

5 comentários:

Letícia Godoy disse...

Olá minhas queridassssssssss!!!!

Já estou bem, os probleminhas já estão se resolvendo, graças à Deus.

Vim aqui para desejar a vcs Clarissa, Mariana, Roberta e a toda a equipe do PAPO DE MÃE um feliz natallllllll

Ando nas correrias de fim de ano, mas prometo arrumar um tempinho para vir aqui antes da virada.

Adoro vcs, bejinhos no coração de cada uma

Clarissa Meyer disse...

Oi, Lê!
Que bom que tudo está melhorando.
Desejamos a você um Feliz Natal e um 2010 repleto de realizações, sobretudo para aquilo que você tanto deseja. Não perca os especiais de Natal e de Ano Novo.
Um super beijo!
Clarissa

Clarissa Meyer disse...

E eu também quero deixar um Feliz Natal e um excelent e 2010 com muito sucesso para toda equipe do Papo de Mãe, em especial às queridas Mari K, Rô, Rosângela, Mari Verde, Márcia e Jana!
Beijos, meninas!!!
Clarissa Meyer

Letícia Godoy disse...

Amigas,
Vim agradecer o carinho pelo Feliz Natal que me desejaram no programa. Mariana, Clarissa e Roberta, adorei meninas, fiquei muito feliz, vocês podem ter certeza que o carinho que recebi fez meu natal mais especial. Adoro vocês, torço por vocês, que 2010 seja um ano de muito sucesso para o programa e de muitas conquistas na vida de cada uma de vocês.

Beijinhossss em cada coração

Clarissa Meyer disse...

Oi Lê, que bom que você gostou! Nós também gostamos muito de você e torcemos para que 2010 seja um ano repleto de realizações, principalmente você sabe qual.
Beijos em nome de toda equipe!